Será uma epidemia?

No mês passado ocorreram dois casos semelhantes em Mato Grosso do Sul. Em Costa Rica, a aposentada Iva Maria da Silva, de 67 anos, encontrou em uma garrafa de Coca-Cola um objeto estranho semelhante a fungos. Em Dourados, uma mulher encontrou um objeto semelhante a uma alga em uma garrafa de refrigerante de outra marca.
Como todos nós sabemos, a Justiça de São Paulo comprovou que aquele caso do rato na Coca-Cola foi uma fraude praticada pelo consumidor Wilson Resende. Eu não consigo ver fraude nesses dois casos mencionados no parágrafo anterior; acho impossível uma pessoa pegar um fungo ou alga e colocar no refrigerante. Porém, é a Justiça que deve analisar cada caso  para descobrir se essas consumidoras cometeram ou não algum tipo de maracutaia.

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