Administração em crise

A administração municipal de Jardim, aqui no estado, vem tentando conter gastos públicos para se adequar à Lei de Responsabilidade Financeira (LRF). Todas as secretarias da cidade terão que controlar as despesas com papelaria e energia elétrica e reduzir horas extras, diárias e gratificações. Além disso, 132 funcionários foram demitidos e novas contratações estão proibidas. Essa situação se deve a fatores como a redução dos repasses de recursos federais do Fundo de Participação dos Municípios e problemas financeiros causados por administrações anteriores.

Esse embaraço pelo qual estão passando a Prefeitura e os demais órgãos públicos de Jardim certamente é resultado da incompetência dos responsáveis pela administração dos recursos públicos (tanto no Governo Federal quanto na administração atual e nas anteriores da cidade), que não estão sabendo administrar os recursos públicos; e os gastos com a Copa podem ter contribuído para agravar ainda mais tudo isso. Como consequência, muitos funcionários perderam seus empregos e os que permaneceram não têm condições adequadas para executarem suas funções, o que interfere negativamente na qualidade dos serviços oferecidos à população.

Em todas as esferas de governo (municipal, estadual e federal) deve haver gente capacitada o suficiente para administrar de forma correta os recursos públicos. Deve-se distribuí-los adequadamente para os seus devidos destinos; também é preciso evitar gastos exorbitantes com coisas de pouca importância e evitar o acúmulo de dívidas pagando pelo menos parte delas aos poucos até que sejam totalmente quitadas. Essas medidas trariam um maior equilíbrio aos cofres públicos, melhorando muito a qualidade dos serviços fornecidos a nós.

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